domingo, 4 de maio de 2008

A INDÚSTRIA DA MODA E SEUS ENVOLVIDOS


O mês de maio tem grande importância por ter o feriado de 1º de maio dia do trabalhador. E na Indústria da moda não poderia deixar de ser diferente. Temos vários homens e mulheres que trabalham muito para que nós tenhamos as nossas roupas prontinhas para usar.
Geralmente quando se fala em moda, o que vem a mente são grandes estilistas e grandes marcas, e acabamos esquecendo das costureiras, arrematadeiras, estoquistas, faccionistas, modelistas, pilotistas, jornalistas de moda, pesquisadoras de moda, marketeiros de moda (não encontrei nome melhor) ou publicitários envolvidos numa campanha, fotógrafos, modelos, assistente de fotografia, maquiadores, cabeleleiros, produtores de moda e muitos outros sujeitos envolvidos nesta imensa indústria.
A indústria da moda envolve uma grande diversidade de atividades econômicas, que vai desde a criação de um traje personalizado, até a produção de vestuário em série. O setor para as modernas sociedades consumistas representa um fenômeno complexo de grande importância, tanto em nível da psicologia social, onde nos vestimos como uma expressão de comportamento e de inclusão em determinados grupos ou tribos, como em nível econômico onde adquirir peças grifadas “determinaria???” ascensão na sociedade.
Atualmente o Brasil adquiriu uma maior importância no cenário da moda internacional. Os grandes eventos como São Paulo Fashion Week em São Paulo e o Fashion Rio no Rio de Janeiro, com duas edições a cada ano perpetuam a moda brasileira e fazem do Brasil um dos principais destinos de moda para os compradores internacionais, e estes eventos atuam como a principal vitrine do país.
O Fashion Rio com as coleções do Verão 2009 está marcado para 07 a 13 de junho na Marina da Glória. O São Paulo Fashion week irá ocorrer nos dias 12 a 18 de junho. Os dois eventos com certeza dão uma pequena mostra do que são realmente nossas indústrias. A maioria dos desfiles são bem institucionais, porque as revistas de moda buscam novidade e originalidade, então se o produtor de moda ou styling puser apenas o comercial com certeza não terá tanta repercussão.
O que está faltando às pequenas marcas é ter mais criatividade e sair do modelo de loja conceitual que vem sendo imposto. Vendedoras com cara de patricinhas, som bate estaca, e vitrines sem movimento, com certeza não são ingredientes de originalidade. Quem perceber primeiro o diferencial na estruturação do ponto de venda, vai sair na frente com certeza. O diferencial é sobre o ponto de venda e não do produto. Pois as lojas que foram percebidas esta repetição tinham produtos interessantes, o que faltou foi originalidade na caracterização do ponto de venda.

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